terça-feira, 27 de julho de 2010

Dores

Cada um tem as suas dores e só nós mesmos podemos entendê-las, aceitá-las, superá-las ou talvez aprender a viver com elas. São dores de mortes, de amores impossíveis, de arrependimentos, dores de raiva, dores, só isso. Mas, o fato de todos possuirmos dores deve ser o suficiente para nos reconhecermos, para pensarmos um pouco mais nos outros e às vezes, só às vezes, aceitar que alguém nos machuque.

terça-feira, 20 de julho de 2010

Lições de Paris

"Todo homem cria, sem o saber, assim como ele respira. Mas o artista se sente criar, seu ato engaja todo seu ser e sua penúria bem amada o fortifica".


"Every man creates, without knowing it, just as he breathes. But the artist, feels himself creating, hes act engages all his being and his beloved pain, fortifies him".


"Todo hombre cria, sin saberlo, asi como respira. Pero el artista se siente crear, su acto empeza todo su ser y su bien amada pena lo fortifica".

Fascismo

Eu penso comigo mesmo (não sei se o assunto é algo que possa ser comrpeendido de fato, ou comparado, medido, ou mesmo considerado). Mas eu pensava agora pouco, tomando como exemplo a Segunda Guerra com seus horrores inenarráveis - que a meu ver só podem ser contados por quem os viveu e por isso mesmo os acadêmicos devem deixar de julgar ou reivindicar alguma autoridade sobre o assunto - sobre o que é pior, ou mais absurdo: matar, executar; ou simplesmente deixar morrer ainda que algo possa ser feito.

História Brasileira I



Uma idéia me surgiu enquanto eu escutava à famosa polêmica entre Noel Rosa e Wilson Batista: um estudo historiográfico baseado na querela poderia ser rico o suficiente para contar a história de um Brasil recente, dos anos 30. Ali estão: relações de classe, de gênero, ideologia política e gênese da música popular.